Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

'PSDB não tem moral para falar em aumento do mínimo'

Em Brasília, o debate entre os nossos congressitas aponta as contradições do discurso tucano. E em Jundiaí, o Deputado Luiz Fernando Machado até tentou responder questão perguntada na Radio Difusora hoje pela manhã (16/02) sobre como o seu partido (PSDB) vê o impacto do salário mínimo nas demais regiões do país, uma vez que o Estado São Paulo vive uma outra realidade e não pode ser parâmetro para a maioria dos Estados, argumentos da radialista. Difícil mesmo foi ele manter coerência e objetividade num discurso puramente político "caso não aprovemos a emenda de R$ 600,00 apresentada pelo meu partido, apoiaremos a proposta das centrais sindicais " divulgou o deputado caronista no movimento das centrais.

Leia abaixo recortes do discurso da Senadora Gleise Hoffmann (PT/PR):

"O PSDB não tem moral para falar sobre o salário mínimo", afirmou a senadora Gleise Hoffmann (PT-PR) ao responder críticas do senador Álvaro Dias à condução da política econômica dos governos Lula e Dilma. Gleise destacou que no governo Fernando Henrique Cardoso, o aumento médio do salário mínimo foi de 29,8% praticamente a metade do ganho real registrado durante os oitos anos de governo Lula – 57%.

Gleise também argumentou que o Tribunal de Contas da União (TCU) não pode ser a única referência na questão de irregularidades em obras públicas. A senadora citou como exemplo a entrevista do fundador da companhia aérea Azul que em entrevista à Folha de São Paulo fala sobre a atuação do TCU e sobre a lei de licitações. A senadora destacou que nesta entrevista, o executivo disse que foram gastos R$ 30 milhões em obras no aeroporto de Vitória, no Espírito Santo. Deste total, houve um questionamento envolvendo R$ 1 milhão por parte do tribunal e a obra está parada há mais de cinco anos.

"Isso para mim não é referência de cuidado com gestão de recursos públicos", disse Gleise, lembrando que os próprios ministros do TCU tem sido alvo de denúncias de irregularidades. A senadora defendeu uma postura responsável em relação ao país, como a que foi adotada pelo governo Lula e demonstrada pelo governo Dilma Rousseff.

"Não é qualquer gestão macroeconômica e de contas públicas que faz um país crescer como o Brasil está crescendo, à despeito de uma crise internacional que atacou o coração da economia mundial", alertou a senadora ao lembrar que em 2010 o Brasil registrou um crescimento acima de 7%.

O crescimento da economia foi também o argumento do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) para contestar discurso da oposição de que o governo Lula deixou uma "herança pesada". O senador destacou que "o presidente Lula pegou o final do governo Fernando Henrique Cardoso com a relação de 60% da dívida pública e o PIB. E hoje estamos com 41%.

"A Comunidade Europeia debate se os países que pertencem a essa comunidade devem se encaixar nesse padrão abaixo de 60%. E hoje estamos com 41%", disse.

Lindbergh lembrou que a consolidação realizada pelo governo se dá num momento que o cenário econômico internacional enfrenta uma pressão inflacionária desencadeada pela elevação do preço internacional das commodities, em especial dos alimentos, e que também há inflação pelo crescimento de demanda. "Porque o País está crescendo. Houve uma mudança estrutural no País. Há uma classe média emergente. É por isso que o Governo está sendo firme", explicou o senador.

As medidas anticíclicas adotadas pelo governo em 2009 para o enfrentamento da crise econômica internacional também foram lembradas por Lindbergh – entre elas a redução do IPI para a retomada do crescimento industrial. Segundo o senador, na época, a oposição "defendia o aperto, o corte de gastos, quando tínhamos de ter feito o que se fez, que eram medidas anticíclicas, para o Brasil voltar a crescer. E, neste momento em que temos uma pressão inflacionária – e todos admitimos isso - V. Exªs vêm defender a posição de R$600,00 para o salário mínimo".

reproduzido de www.pt.org.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

FHC e suas críticas

Enquanto Lula tem um discurso direcionado a mostrar que o objetivo principal de seu governo é proporcionar uma melhora na qualidade de vida dos brasileiros marginalizados. FHC se utiliza da mágoa e da chacota para tecer críticas insubstanciadas e desnecessárias.

FHC teve oito anos para criticar o governo de Lula e não o fez, até agora, provavelmente temeroso pelo alto índice de popularidade demonstrado logo após o anúncio de sua eleição e claramente consolidados na inédita marcha à Brasília quando o Brasil inteiro parou para acompanhar sua posse, fato este que provavelmente se repitirá na posse da futura presidenta Dilma Rousseff. Em relação à esta última FHC resolveu não perder tempo, botou as manguinhas de fora e já lista todos os defeitos que criou para a Dilma. Talvez, o fato de seu candidato ter preferido mantê-lo longe da campanha eleitoral devido à sua impopularidade tenha feito acender uma luz de que se a primeira presidente mulher alcançar índices tão altos quanto o do seu antecessor ficará cada vez mais díficil para o PSDB sonhar novamente com a presidência.


Do site Terra
Fernando Henrique diz não entender raciocínio de Dilma

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) criticou a oratória da presidente eleita, Dilma Rousseff, durante entrevista no programa Manhattan Connection, exibida no último domingo no canal GNT. Em tom de brincadeira, Fernando Henrique disse não ter "imaginação suficiente" para completar lacunas no raciocínio da sucessora de Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

"Tenho dificuldade mesmo. Você sabe que eu sou curto de inteligência, às vezes eu não consigo. Ela não termina o raciocínio, e eu não tenho imaginação suficiente para saber o que ela ia dizer", afirmou. O ex-presidente disse ainda que Dilma sairá com vantagem no começo de seu mandato, por "pegar uma economia em bom momento". Segundo Fernando Henrique, Lula e Dilma colhem os frutos de seu governo. "Eu mudei o Brasil. Vamos dizer com clareza, sem falsa modéstia. O Brasil era um antes da consolidação da economia e passou a ser outro", afirmou. Para o ex-presidente, Lula assumiu o País, em 2003, também em situação delicada da economia, mas por culpa sua. "O ano que ele pegou piorou por causa dele. Por causa do medo que os mercados tinham do que ele dizia que ia fazer e que, para a sorte de todos nós, não fez", disse.