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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Marilena Negro no comercial do PT

Marilena Negro e Edinho Silva (Presidente do PT) falam sobre Jundiaí e os investimentos do Governo Federal no Município


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vereadora Marilena Negro participa ativamente de reuniões sobre Aglomerado Urbano

A vereadora Marilena Negro (PT/Jundiaí) tem participado com vários vereadores da região, de reuniões para debater o tema do Aglomerado Urbano da Região de Jundiaí. A Frente de Vereadores busca um planejamento coletivo, que é o foco do Aglomerado Urbano de Jundiaí, para envolver municípios da região como: Itupeva, Várzea Paulista, Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Jarinu e Louveira. Com cidades localizadas entre as regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas, a região de Jundiaí será a primeira no Estado em condições de buscar esse tipo de recurso como aglomerado. "A frente Parlamentar de vereadores, que compõem o Aglomerado, está realizando diversas reuniões para que o projeto possa ser votado ainda este ano na Assembleia Legislativa" destacou a vereadora Marilena, que está participando ativamente dos trabalhos e esteve presente em Louveira, Campo Limpo e Cabreúva. A próxima reunião será em Itupeva, dia 03 de março, às 10h00, na Câmara Municipal.

Na sexta-feira, 11 de Fevereiro, os vereadores da região de Jundiaí reuniram-se na Câmara Municipal de Campo Limpo Paulista e na quarta feira, 16 de fevereiro, foi a vez de Cabreúva sediar o encontro.


Em Campo Limpo Paulista os vereadores decidiram pela elaboração de um ofício, que consensualmente deverá ser assinado por todos os presidentes das câmaras municipais da região, e encaminhado aos deputados que encabeçarão a Frente Parlamentar pelo Aglomerado Urbano da Região de Jundiaí, solicitando informações atualizadas e contínuas sobre o processo de formação da Aglomeraç
ão Urbana.


E na quarta-feira, 16 de fevereiro, desta vez em Cabreúva, a pauta girou em torno da aprovação das atas das assembleias anteriores, da redação do ofício que será enviado aos deputados estaduais eleitos, Pedro Bigardi, Ary Fossen e Beto Trípoli e, relembraram os compromissos assumidos por cada deputado eleito, na reunião de Louveira em 02 de Fevereiro de 2011.

Marilena Negro e Val Freitas serão integrantes de uma Comissão Técnica para formação do Aglomerado Urbano da Região de Jundiaí.


Acesse abaixo outras notícias sobre o Aglomerado Urbano:

http://vereadorrogeriocavallin.blogspot.com/2011/02/vereador-rogerio-cavalin-participa-de.html

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

'PSDB não tem moral para falar em aumento do mínimo'

Em Brasília, o debate entre os nossos congressitas aponta as contradições do discurso tucano. E em Jundiaí, o Deputado Luiz Fernando Machado até tentou responder questão perguntada na Radio Difusora hoje pela manhã (16/02) sobre como o seu partido (PSDB) vê o impacto do salário mínimo nas demais regiões do país, uma vez que o Estado São Paulo vive uma outra realidade e não pode ser parâmetro para a maioria dos Estados, argumentos da radialista. Difícil mesmo foi ele manter coerência e objetividade num discurso puramente político "caso não aprovemos a emenda de R$ 600,00 apresentada pelo meu partido, apoiaremos a proposta das centrais sindicais " divulgou o deputado caronista no movimento das centrais.

Leia abaixo recortes do discurso da Senadora Gleise Hoffmann (PT/PR):

"O PSDB não tem moral para falar sobre o salário mínimo", afirmou a senadora Gleise Hoffmann (PT-PR) ao responder críticas do senador Álvaro Dias à condução da política econômica dos governos Lula e Dilma. Gleise destacou que no governo Fernando Henrique Cardoso, o aumento médio do salário mínimo foi de 29,8% praticamente a metade do ganho real registrado durante os oitos anos de governo Lula – 57%.

Gleise também argumentou que o Tribunal de Contas da União (TCU) não pode ser a única referência na questão de irregularidades em obras públicas. A senadora citou como exemplo a entrevista do fundador da companhia aérea Azul que em entrevista à Folha de São Paulo fala sobre a atuação do TCU e sobre a lei de licitações. A senadora destacou que nesta entrevista, o executivo disse que foram gastos R$ 30 milhões em obras no aeroporto de Vitória, no Espírito Santo. Deste total, houve um questionamento envolvendo R$ 1 milhão por parte do tribunal e a obra está parada há mais de cinco anos.

"Isso para mim não é referência de cuidado com gestão de recursos públicos", disse Gleise, lembrando que os próprios ministros do TCU tem sido alvo de denúncias de irregularidades. A senadora defendeu uma postura responsável em relação ao país, como a que foi adotada pelo governo Lula e demonstrada pelo governo Dilma Rousseff.

"Não é qualquer gestão macroeconômica e de contas públicas que faz um país crescer como o Brasil está crescendo, à despeito de uma crise internacional que atacou o coração da economia mundial", alertou a senadora ao lembrar que em 2010 o Brasil registrou um crescimento acima de 7%.

O crescimento da economia foi também o argumento do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) para contestar discurso da oposição de que o governo Lula deixou uma "herança pesada". O senador destacou que "o presidente Lula pegou o final do governo Fernando Henrique Cardoso com a relação de 60% da dívida pública e o PIB. E hoje estamos com 41%.

"A Comunidade Europeia debate se os países que pertencem a essa comunidade devem se encaixar nesse padrão abaixo de 60%. E hoje estamos com 41%", disse.

Lindbergh lembrou que a consolidação realizada pelo governo se dá num momento que o cenário econômico internacional enfrenta uma pressão inflacionária desencadeada pela elevação do preço internacional das commodities, em especial dos alimentos, e que também há inflação pelo crescimento de demanda. "Porque o País está crescendo. Houve uma mudança estrutural no País. Há uma classe média emergente. É por isso que o Governo está sendo firme", explicou o senador.

As medidas anticíclicas adotadas pelo governo em 2009 para o enfrentamento da crise econômica internacional também foram lembradas por Lindbergh – entre elas a redução do IPI para a retomada do crescimento industrial. Segundo o senador, na época, a oposição "defendia o aperto, o corte de gastos, quando tínhamos de ter feito o que se fez, que eram medidas anticíclicas, para o Brasil voltar a crescer. E, neste momento em que temos uma pressão inflacionária – e todos admitimos isso - V. Exªs vêm defender a posição de R$600,00 para o salário mínimo".

reproduzido de www.pt.org.br