Reproduzido do Jornal de Jundiaí de 03/07/2011
O assistencialismo também vai parar no gabinete da vereadora petista Marilena Negro (PT). Ela, que é assistente social, pede aos assessores que sempre orientem os cidadãos sobre os direitos que possuem.
"A maioria desconhece o funcionamento dos serviços públicos e de seus direitos sociais", explica a chefe de gabinete da vereadora, Fé Juncal. "Tentamos trabalhar de uma outra forma, promovendo reuniões de orientação com os moradores. A maioria desconhece as políticas públicas e, por isso, é importante esta conscientização." Mesmo sendo de oposição, a vereadora agenda encontros entre a população e os secretários municipais.
Entretanto, o assessor de Marilena que sai às ruas, Israel Proença, se depara com os mesmos pedidos que seus colegas assessores. "Apesar de não ser função da gente, acaba pegando um currículo aqui, entregando-o ali. Não dá para ficar sem ajudar aqueles que nos procuram."
Israel afirma que vai para as ruas todos os dias. "A gente sempre tem pedido para atender. É um alagamento, uma poda de árvore, um buraco." Mas ele queria mesmo que a população soubesse de seus direitos, já que todos pagam impostos.
O assistencialismo também vai parar no gabinete da vereadora petista Marilena Negro (PT). Ela, que é assistente social, pede aos assessores que sempre orientem os cidadãos sobre os direitos que possuem.
"A maioria desconhece o funcionamento dos serviços públicos e de seus direitos sociais", explica a chefe de gabinete da vereadora, Fé Juncal. "Tentamos trabalhar de uma outra forma, promovendo reuniões de orientação com os moradores. A maioria desconhece as políticas públicas e, por isso, é importante esta conscientização." Mesmo sendo de oposição, a vereadora agenda encontros entre a população e os secretários municipais.
Entretanto, o assessor de Marilena que sai às ruas, Israel Proença, se depara com os mesmos pedidos que seus colegas assessores. "Apesar de não ser função da gente, acaba pegando um currículo aqui, entregando-o ali. Não dá para ficar sem ajudar aqueles que nos procuram."
Israel afirma que vai para as ruas todos os dias. "A gente sempre tem pedido para atender. É um alagamento, uma poda de árvore, um buraco." Mas ele queria mesmo que a população soubesse de seus direitos, já que todos pagam impostos.
FABIANO MAIA
Israel Proença, assessor de Marilena Negro, explica direitos a cidadãos
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